19 de novembro de 2014

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Escrever o que sufoca para os escritores talvez seja a única válvula de escape que torne as coisas um pouco menos difíceis do que já são, disso eu sei. Só que estou aqui há horas e nem sei como começar a descrever os vazios que eu guardo nesse obscuro universo cheio de planetas desconhecidos que eu chamo de eu.

Chame-me de escuridão, solidão, qualquer coisa que se pareça com o infinito castanho céu de seus olhos que me deixaram lembranças.

E eu não amo você, tola.

A droga disso é que eu só sei mentir por alguns segundos.

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