8 de maio de 2011



Mãe, a que me esperou por oito meses muito sofridos em seu ventre. Ainda lembro quando tivestes que ir embora, eu tinha apenas oito anos. E sei que sofrestes ao deixar eu e minha irmã. Mas agora a tenho comigo, meu maior tesouro, meu amor maior.
Às vezes eu sei que não demonstro o meu amor pela senhora, e sei que sempre fui assim. Nunca fui de demonstrar o quanto as pessoas que amo são importantes pra mim, ainda bem que as palavras sempre me foram grandes aliadas e é através delas que expresso esses sentimentos que mantenho guardados aqui.
E apesar de nossos conflitos, às vezes lágrimas e dor, eu ainda lhe amo muito.

Vó, minha querida mãezinha. Estivestes comigo desde o dia em que nasci, com lágrimas nos olhos e um grande sorriso no rosto viu a primeira netinha vir ao mundo. Aquela coisinha pequena, que cabia na palma de sua mão. Com toda sua sabedoria que nunca falha, me educou, me amou, e fostes minha mãe quando a outra teve que partir. E continua sendo. Pois para mim, é a melhor mãe do mundo. Você e mamãe.
Deixo claro aqui que amo vocês duas mais que tudo nessa vida. E que esses conflitos diários, essa minha personalidade forte e essa diminuta paciência que sempre está ausente quando não deveria, machucam, eu sei. Mas eu venho tentando ser uma pessoa melhor, por vocês duas. Pois jamais tive a intenção de machucar as duas únicas mulheres que me amam de verdade. Eu AMO muito vocês, de verdade.

O único amor que dura, que é firme como rocha, que não se acaba com o tempo, o único amor verdadeiro que nem a morte é capaz de destruir, é o amor de mãe.

2 comentários:

  1. que lindo. Que nossa mãe sempre saiba do nosso infinito amor né Carol, msm a gente sem falar :x Adorei, e adorei a postagem do dia 11, não tinha link para comentar :( mas adorei Carolzinha, e a gente cansa mesmo de estar sempre ali, disposta a ajudar e quando precisamos cade? parece mesmo que estamos soziinhas :/ mas pode contar comigo viu ;]

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